quarta-feira, 7 de novembro de 2012
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
santas rotundas
Já fiz a estrada duas mil vezes e nunca a fiz duas vezes igual.
Não porque me agrade a aventura de experimentar caminhos novos, mas porque me perco sempre.
Simplesmente não a consigo fazer igual.
terça-feira, 25 de setembro de 2012
Vertigo
Estive a rever este clássico do mestre Alfred Hitchcock.
Li acerca deste filme, se não me engano na revista Empire, que é "uma história de fantasmas sem fantasmas". E é isso mesmo. Só o génio de Hitchcock para conceber um thriller assim tão subtil, tão elegante.
Estou dividido entre Vertigo e Rebecca como os melhores filmes de Hitchcock, mas não tenho dúvidas que quando mergulhamos na simbologia e genética do cinema, Hitchcock está lá nas profundidades, ancestral comum de vários géneros da 7ª arte que foram ramificando em tudo o que existe hoje à superfície.
Rever Hitchcock é como que uma viagem às origens, mas não é só isso. Se se diz que há cinema antes e depois de Psycho, também é verdade que não são muitos os filmes de suspense que hoje em dia o suplantam.
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
Marte
Coincidência interessante, ou não.
Estou a ler as Crónicas Marcianas de Ray Bradbury ao mesmo tempo que vi pela TV imagens deste planeta captadas - penso que pelo Curiosity - nesta primeira missão bem sucedida. Aquilo causou-me algum impacto. Não apenas o desanuviar de uma certa e estúpida claustrofobia, mas até do ponto de vista turístico. Apetece-me acorrer já à Agência Abreu e perguntar que ofertas têm.
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
I have no social skills
And I’m not proud of it.
But still, I have to make an effort to deal every single day with my own self.
All this loud awful people living inside my own head.
Hey, that’s an achievement.
But still, I have to make an effort to deal every single day with my own self.
All this loud awful people living inside my own head.
Hey, that’s an achievement.
O último post
Acordei de madrugada com dores no peito. "foda-se nunca mais faço
merdas de comunicações em congressos, nunca mais deixo que me digam ou que me mandem fazer
coisas contra a minha natureza".
"Pior: contra a minha saúde!"
Assim vociferei de noite, entre dentes, depois de lá ter feito a apresentação nesse dia, a custo de algum xanax, pois claro. Mas depois ainda acordo assim a meio da noite. Aparentemente, depois de tudo ter acabado. Foi assim que vim aqui. Liguei o computador, e entrei a pensar que este seria o meu último post.
Mas depois refreei a cabeça, resolvi esperar um
pouco. "vamos ver o que acontece", "sem fodasses, vá lá, sem fodasses", "vamos esperar pelo dia seguinte". E assim foi.
Hoje de manhã ainda cá estava. A pensar que enfartes assim, como estes, já os vou
coleccionando. Mas pronto, não vamos agora desvalorizar, até porque tenho ali umas
pontadazitas nas costas que...
terça-feira, 31 de julho de 2012
Lisboa Electropunk: um cenário retro-futurista
A Lisboa no ano 2000, projectada por escritores do século XIX, na altura em que a energia eléctrica estava ainda a despontar e muito se imaginava sobre um futuro com uma tecnologia baseada na electricidade. Eis o conceito subjacente a esta antologia.
Imagem tirada do livro "Lisboa no ano 2000" de Melo de Matos, e emprestada ao conto de João Barreiros "O turno da noite", publicado na revista Bang, nº10.
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