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terça-feira, 31 de julho de 2012

Lisboa Electropunk: um cenário retro-futurista


A Lisboa no ano 2000, projectada por escritores do século XIX, na altura em que a energia eléctrica estava ainda a despontar e muito se imaginava sobre um futuro com uma tecnologia baseada na electricidade. Eis o conceito subjacente a esta antologia.

Imagem tirada do livro "Lisboa no ano 2000" de Melo de Matos, e emprestada ao conto de João Barreiros "O turno da noite", publicado na revista Bang, nº10.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

"Quem semeia

no Tejo".

É este o título do meu conto que vai integrar a antologia Lisboa Electropunk (título provisório), organizada por João Barreiros. Tal como diz o link abaixo, a apresentação da antologia terá lugar no Fórum Fantástico, dias 23-25 de Novembro. Foi lá que vi ao vivo, no ano passado, pela primeira vez, este reconhecido autor português de Ficção Científica, que estava no Fórum Fantástico a promover este projecto e a fazer um convite à submissão de contos para concurso.


Site onde os resultados foram publicamente divulgados, acompanhados de um magnífico texto do coordenador da antologia, João Barreiros: 
http://www.saidadeemergencia.com/editorial/-o-138/anuncio-dos-autores-selecionados-para-antologia-lisboa-electropu/

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Chega hoje ao fim uma longa viagem

Uma tese de doutoramento, que não é a minha, mas que acompanhei e também me fiz viajante ao longo de muitas das aventuras e desventuras, neste percurso que hoje solenemente se glorifica: estamos no dia da defesa da tese da Sofia.

Muitos ratinhos para ti.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Há que relativizar

Somos por vezes tão egocêntricos que nos focamos obsessivamente nos nossos pequenos problemas sem os relativizar ou contextualizar num enquadramento mais alargado.

No meu caso pessoal, é comum viver atormentado com os problemas relacionados com tudo o que diz respeito a burocracia, que normalmente me ultrapassam e esmagam de uma forma kafkiana. No momento presente, são documentos relacionados com inscrições atrasadas e pagamentos de propinas, que não sendo monetariamente muito onerosos, exigem ter que estar a requerir à universidade uns papéis por um lado, e umas declarações específicas à Fundação para a Ciência e Tecnologia, por outro. Coisas que, sendo normais e corriqueiras, ainda perturbam o sono de inaptos como eu.
 
Mas lá está, há que relativizar. Hoje vi nas notícias desenvolvimentos dobre o caso Duarte Lima, que ao mesmo tempo que se encontra em prisão domiciliária em Portugal por causa do caso de fraude do BPN, tem que estar a par de uma audiência preliminar para caso de homicídio de uma senhora no Brasil, do qual é também arguido. Imagino que o sono dele ande bem mais perturbado que o meu. 

Pois bem, caso de tribunal aqui, caso de tribunal ali, contactar advogados, pedir adiamentos, enfim, só de imaginar toda a papelada que isso implica...

domingo, 27 de maio de 2012

História em curso

Neste período pós-entrega ando a "vingar-me" a terminar de escrever um conto para submeter a mais um concurso, enquanto ainda espero novidades de outra história que enviei para outro concurso, sabendo ainda que já tive um conto não vencedor num primeiro concurso.

Enfim, concurso atrás de concurso, hei-de reunir no fim um livro de contos, a que poderei designar, como título geral: "Contos não premiados". É esse o segundo grande objectivo desta minha senda.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Síndroma do doutoramento

Mais um cartoon com a assinatura de Quino.

sábado, 19 de maio de 2012

Está quase...

Depois de um Quino sobre a morte, agora um pouco de Jorge Cham sobre dead lines.